Afinal, o final

Aí as férias anunciam seu fim. Quase posso ouvir as vozes em minha mente:

– Acabou, Cláudio! Acabou!

– Ok, ok. Eu já sei…

E aí eu me vejo diante dos dois computadores (sim, agora tem um recauchutado funcionando com o Ubuntu) e tento tirar dúvidas sobre o R sozinho e com ajuda de uma ex-aluna do Márcio. Penso em como ela sofre: conhece o Márcio e, claro, conhece a mim. Por outro lado, eu também sou azarado: eu conheço o Márcio e me conheço. Ou seria o Márcio um azarado, pois me conhece e também…ah, deixa prá lá.

O fato mais triste destas férias foi o fechamento de OsViralata, a editora do “Tire a mão da minha linguiça”. Bem, tem alguns exemplares sobrando aqui em casa e a janela me dá uma pista que o sol prevalecerá hoje (pelo menos até o meio da tarde, acho). Vou tentar vendê-los eu mesmo (o que me dá uma certa impressão de que isto não vai dar certo…).

Nestas férias descobri que um dos meus melhores amigos é extremamente pão-duro com o telefone. Até mal-entendidos ocorrem por mensagens eletrônicas, mas ele não arreda o pé do computador. Pode ser google talk, email, tudo. Tudo menos, claro, falar ao telefone. E eu que achava que falar ao telefone minorava problemas de comunicação…

Falei do acontecimento mais triste das férias. Bem, e o melhor? Houve algum? Não sei. Tivemos vários bons momentos por aqui. Teve o tradicional encontro com as primas (sempre ótimas) em São Paulo (no qual uma surpresa incrível foi ver Thomas cantar uma música japonesa…opa, opa…era do Kill Bill…ah, bom…), a viagem para Gramado (com alguns percalços) e a compra do DVD do “Up!”, da Disney-Pixar (ou será que eu deveria dizer: Disney-Pixar-Marvel?).

Ah sim, o filme. É bem mais adulto do que eu esperava. Bacana, muito forte, sem as frescuras do politicamente correto que avacalham qualquer filme. Não só o filme vale a pena como também descobri que sou mais criança do que minha esposa imaginava: comprei o álbum de figurinhas (hoje se fala “cromos ilustrados”) do filme. Difícil vai ser encontrar alguém para trocar figurinhas. Meu plano é fazer minha esposa, que é pediatra (ahá!), tentar trocar com alguns de seus pacientes dizendo que o “Cláudio”, dono do álbum, é seu sobrinho. Até o momento não consegui convencê-la de que meu plano é ótimo. Mas eu continuarei insistindo, claro.

Sim, as férias terminam logo. Deixa eu voltar para as aulas e para as dúvidas…

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